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TransBrasil Virtual S.A. Linhas Aéreas PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrador   
Ter, 06 de janeiro de 2009 20:20
 
Em 05 de janeiro de 1955, foi fundada a então Sadia S.A. Transportes Aéreos. Entretanto o início regular de seus serviços ocorreu no dia 15 de Março do mesmo ano, com 35 funcionários e cinco aviões (três Douglas DC-3 e dois Curtiss Commander C-46), em duas linhas: Joaçaba - Londrina - Baurú - Ribeirão Preto e Joaçaba - São Paulo - Videira - Florianópolis, com três frequências semanais cada uma. Naquela época, haviam 11 (onze) empresas aéreas regulares em funcionamento no país, transportando cargas e passageiros.
 
Sede da TransBrasil em Brasília

 
Confira abaixo os passos da Transbrasil S.A. Linhas Aéreas, até os dias de hoje:

1959 - O processo de seleção natural e a necessidade de substituir os aviões adquiridos no fim da década de 1940 gradualmente, reduz o número das empresas ativas no setor da avião comercial regular. Agora elas são apenas 7 (Varig, Vasp, Panair, Sadia, Cruzeiro, Sava e Nacional). Mas a Sadia continua crescendo, aumentando sua frota e ampliando suas rotas.

1962 - A Sadia dá um salto quantitativo importante: adquire a empresa "Transportes Aéreos Salvador" e fica assim de posse de 15 bimotores DC-3 e 12 bimotores C-46, com linhas servindo a 53 cidades e 15 capitais.

1967 - A Sadia dá um salto qualitativo, padronizando sua frota com aeronaves de propulsão turbohélice, cabina pressurizada e equipadas com radar metereológico. O modelo escolhido foi o "Dart Herald" - inglês, de asa alta. Assim agindo, a empresa adiantou-se cerca de cinco anos em relação as demais companhias brasileiras de aviação comercial.

1968 - A Sadia abre seu capital e distribui ações entre seus funcionários. Rapidamente adquire a condição de empresa de capital aberto, com mais de 800 acionistas e registro no Banco do Brasil.

1970 - A Sadia coloca em operação o jato bimotor BAC "One Eleven" modelo 500 e, com ele, introduz no Brasil novos padrões de atendimento aos passageiros. Quebra, também, vários recordes mundiais de utilização máxima de aeronaves para curto e médio trajetos.

1972 - A Assembléia Geral da empresa toma duas importantes deliberações: mudar a razão social de "Sadia S.A. Transportes Aéreos", para "TransBrasil S.A. linhas Aéreas" e transferir sua sede para Brasília.

1973 - Outra iniciativa pioneira: a TransBrasil torna-se a primeira empresa aérea comercial a operar o avião nacional "Bandeirante" EMB-110, fabricado pela Embraer, em substituição aos ingleses Dart Herald.

1974 - A TransBrasil recebe seu primeiro Bandeirante e inicia a devolução dos aviões ingleses.

1974 - A TransBrasil recebe seu primeiro Boeing 727-100, seguido por outras aeronaves semelhantes, como parte de um amplo programa de reequipamento e modernização da frota. Nesse mesmo ano, o Ministro das Comunicações preside o início oficial da "Rede Postal Noturna", com três jatos da TransBrasil levantando vôo ao mesmo tempo de Brasília para Porto Alegre, de Porto Alegre para Brasília e de Recife para Salvador e Rio de Janeiro.

1975 - Apenas três grandes empresas aéreas sobrevivem: Varig/Cruzeiro (internacional), Vasp (ainda estatal) e a TransBrasil (inteiramente privada e até então apenas para vôos domésticos). Substitui todos One-Eleven por Boeing 727-100, de menor custo operacional e maior rendimento. Enquanto isso, o Departamento de Aviação Civil, cria oficialmente cinco novas empresas de transporte aéreo regional, com finalidade de assegurar a ligação regular entre as capitais e as pequenas cidades do interior. Uma delas, é a Nordeste Linhas Aéreas Regionais, formada com participação acionária da TransBrasil e do Governo do Estado da Bahia, que recebe os bimotores Bandeirante que pertenciam à TransBrasil. 

1977 - É inaugurado em Brasília, o novo edifício-sede e hangar da TransBrasil. Quatro jatos Boeing 727-100, pintados com cores representativas das riquezas brasileiras, taxiam, em formação, diante dos convidados. O maior acionista da empresa neste momento é o Comandante Omar Fontana, Diretor-Presidente da companhia.

1978 - A TransBrasil torna-se a maior operadora de jatos Boeing 727 da América do Sul e retira de serviço seu derradeiro BAC One-Eleven 500. A padronização da frota, possibilita atingir novos índices de pontualidade e uniformizar os estoques de peças sobressalentes, reduzindo assim seus custos de manutenção.

A Transbrasil do século XX:

Como todas empresas do segmento de aviação civil, a empresa acumulou grande dívida no decorrer dos últimos anos do século XX. A alta do petróleo, a oscilação do dólar em relação à moeda brasileira, os diversos planos econômicos, que fizeram aumentar e diminuir o volume de cargas e passageiros transportados a todo o momento, levaram a empresa a situação crítica. O Comandante Fontana foi retirado da administração da empresa, o governo interviu na mesma no início dos anos 90 para saneá-la e, atualmente a empresa opera de forma satisfatória, tentando reduzir custos e sair do vermelho.

A empresa operava até o final de Outubro/2001, apenas aeronaves de última geração, possuindo 03 Boeing 767-200, 02 Boeing 767-300ER (longo alcance) e 05 Boeing 737-300, num total de 10 aeronaves de baixo consumo. Isso ajuda no reequilíbro das contas e facilita a empresa a encontrar seu lucro operacional, mas por outro lado deixa a empresa endividada com leasing de valores bastante altos. As rotas para o exterior, principalmente Estados Unidos, facilitaram o equilíbrio do caixa, visto que a mesma anteriormente dependia de moeda brasileira, para pagamento em moeda estrangeira, que eram a grande maioria de suas contas. A Sadia não mantém hoje participação acionária na empresa e nem mesmo ingerência na administração e decisões do conselho de administração.

A entrada no mercado brasileiro de pequenas empresas para vôos charters e também da Gol - Linhas Aéreas Inteligentes, em Janeiro de 2001, que voa sem passivo, modernas aeronaves e menor custo operacional dificultam ainda mais, pois as mesmas podem praticar tarifas mais baratas, já que as mesmas foram liberadas pelo DAC.

A Paralisação da TransBrasil:

Em meados de dezembro de 2001, a TransBrasil encerrou provisoriamente suas atividades. Dificuldades econômicas tais como falta de capital de giro, dívidas e falta de crédito abalaram de forma fulminante a empresa, que era administrada por um genro do Comandante Omar Fontana, mais preocupado com seus próprios negócios como uma mineradora em Minas Gerais e outras atividades pessoais.

A Shell suspendeu o fornecimento de combustível e, como as demais também se negaram a abastecer as aeronaves, a empresa não viu outra forma a não ser suspender seus vôos, por enquanto de forma provisória. A empresa tem cinco meses para voltar a operar e corre o risco de perder diversas de suas rotas, à medida que outras companhias forem solicitando ao DAC - Departamento de Aviação Civil.

O leasing das aeronaves estão suspensos e as aeronaves devolvidas. Para piorar a situação a TransBrasil fez uma promoção entre os meses de novembro de dezembro de 2001, concedendo descontos de até 50% nas suas passagens, deixando milhares de passageiros sem outra alternativa - muitos acreditam que foi má fé, visto que a companhia já estava "com seus dias contados". A Gol e o Grupo Varig atenderam milhares de passageiros, mas temendo outro calote também cancelaram essa parceria.    

Em 22 de janeiro de 2002, a TransBrasil em nota oficial, informou que o controle acionário da empresa foi adquirido pelo empresário Dilson Prado, proprietário da Fly Brasil, radicado em Goiânia. O empresário pagou o valor simbólico de R$ 1,00 (Hum Real), assumiu R$ 910 milhões em dívidas e se comprometeu a investir perto de US$ 30 milhões para reestruturar a empresa, além de trazer para operação imediata, mais 07 (sete) aeronaves. Mas a operação foi posteriormente anulada com a não concordância da viúva do Comandante Omar Fontana - fundador da companhia. Desde então o consultor de empresas paulista Afonso de Oliva Coelho assumiu a presidência do conselho de administração da empresa e tenta encontrar uma solução para a companhia.

A empresa mantém 03 (três) aeronaves Boeing 767-200 (modelo 2Q4) fora de operação (PT-TAA, TAB e TAC) aguardando definição sobre o seu futuro próximo. A aeronave prefixo PT-TAB foi dada em garantia para a associação dos funcionários da empresa que são credores de algo próximo a R$ 10 milhões em salários atrasados. A empresa tem também, direito a um crédito de ICMS pago a maior em anos passados, da ordem de R$ 380 milhões. Negociações com o Banco Opportunity, para tentar viabilizar a companhia, aparentemente não foram bem sucedidas. Em 2003 a Infraero retomou os hangares e dificilmente a empresa voltará a operar novamente. (Fonte: http://www.portalbrasil.net)
 
O Retorno (Virtual)
 
Em Julho de 2007, um grupo de amigos decidiu criar uma nova empresa virtual tendo como primícia a amizade entre seus participantes e a qualidade nas operações. Iniciou-se então, uma longa etapa, de pesquisa e contribuição mútua. Depois de muitas horas a frente de computador e muita pesquisa na internet, aos 27 de julho de 2007 surge a TransBrasil Virtual S.A. Linhas Aéreas, com um novo propósito para a aviação virtual: A QUALIDADE NAS OPERAÇÕES
 
Após um pouco mais de um ano, os números mostram o quanto eficiênte tem sido nossa empresa virtual que na época com 24 pilotos ativos, já tinha mais de 8 mil horas de vôos on-line, 3,179.950 milhase muitos eventos e missões realizados.
 
Para 2009, elaboramos um projeto de renovação da frota e de expansão das operações. Imaginamos que se a TransBrasil estivesse em operação, hoje ela seria a maior companhia aérea do país, atuando no transporte de passageiros, cargas e em vôos fretados para executivos. Sendo assim, neste mês já foram incorporadas 3 aeronaves Embraer 170 E-Jet, 3 Boeing 737-800W em substituição às aeronaves Embraer 110, Embraer 120 e parte dos Boeing 737-400.
 
Parte dos Embraer 110 foram enviados para a Aerobrasil Cargo Virtual e parte para nossos centros de manutenção para uma reforma geral e em breve farão parte de um novo projeto que esta em fase de elaboração. Estas aeronaves serão utilizadas em nossos eventos e missões.
 
Os Embraer 120, foram incorporados à InterBrasil Star Virtual. Estas aeronaves também serão utilizadas em nossos eventos e missões.
 
Em 2010, após algumas negociações com a Boeing, recebemos várias ofertas para a aquisição de novas aeronaves e com isso foi tomada a decisão de operarmos com 100% da frota com aeronaves da Boeing. Os Embraer 110, 120 e 170 e os Boeing 727 e 707 foram todos vendidos. O Centro de Operacional de Taxi e Fretamento foi desativado em função do foco da empresa no transporte comercial de passageiros e cargas em grande escala. Foram adquiridas algumas unidades do Boeing 767-300ER,  tres MD-11 e pretendemos ainda este ano incorporar um Boeing 777. O Boeing 747-400 que operava em conjunto com a Evergreen voltou a operar na TransBrasil Virtual.

Além disto, houve uma reestruturação no modelo operacional da empresa e com isso passamos a ter duas HUBs e dois Centros Operacionais:

  • Hub Nacional (HNAC): Hub responsável pela gestão das operações com origem e destino em aeroportos de todo o territorio nacional. Os pilotos das Hubs Brasília e São Paulo, foram integrados na HUB Nacional que passou a ter dois Centros de Administração Gerencial sendo um no Aeroporto Internacional Governado Franco Montoro em Guarulhos e o outro no Aeroporto Internacional Jucelino Kubitschek em Brasília.
  • Hub Internacional (HINT): Hub responsável pela gestão das operações com origem ou destino em aeroportos internacionais operados pela TBAv, incluíndo os voos com trechos partindo ou chegando nos aeroportos nacionais.
  • Centro Operacional de Cargas (COC): A TransBrasil Virtual S.A. Linhas Aéreas passou a administrar as operações de transporte de carga nacional e internacional da AeroBrasil Cargo Virtual, incorporando aeronaves mais modernas. Inicialmente, assim que autorizada, esta operação contára com os MD-11 que estão em fase de negociação com a UPS e futuramente aeronaves mais modernas serão adquiridas.
Além das mudanças operacionais, ocorreram mudanças administrativas através do nosso sistema de gerenciamento que passou a ter novos recursos como um módulo para avaliação de vôo, evolução no modelo de cumprimento de escalas, controle de localização de aeronaves, centro de custos (em fase de implementação),  logbook com registro das atividades da carreira do piloto (em fase de implementação) dentro da TBAv entre outros.
 
E não terminou por aqui, para este ano, foi implementado um novo modelo de cumprimento de escala e premiação para os pilotos da TransBrasil Virtual S.A. Linhas Aéreas. A partir de agora, o cumprimento da escala é trimestral bem como a premiação do Piloto do Mês. Além do número de voos e da quantidade de horas voadas, o sistema já suportará a pontuação através da participação em eventos e TouchDown Rate.
 
Nosso sistema, também passou a aceitar o registro de voos de eventos internos e externos, possibilitando a participação dos nossos pilotos em  eventos da IVAO, VATSIM registrando estes voos em seus logbooks e contando horas para a TBAv.
 
Nosso sistema de admissão, também foi reformulado. A partir de agora, os candidatos passarão a realizar apenas dois testes para o ingresso na TBAv. Um está relacionado aos conhecimentos teóricos de aviação e da aeronave e o outro é o exame prático. Os exames práticos, poderão ser realizados com qualquer controlador da IVAO e um membro da administração da TBAv. Com isso, reduziremos o tempo necessário para ingresso na TBAv além de tornar o processo mais dinâmico. Neste aspecto nossa parceria com a IVAO e VATSIM ficou mais sólida pois estamos aproveitando os ratings de Private Pilot VFR em substituição ao exame prático da Hub Nacional o rating Comercial Pilot para o exame prático da Hub Internacional.
 
Sejam BEM VINDOS A TRANSBRASIL VIRTUAL S.A. LINHAS AÉREAS.
 
Última atualização ( Qui, 03 de junho de 2010 08:13 )
 
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